Hoje o consumo de conteúdos descreve-se numa palavra: voragem. Estes têm que acrescentar valor; entreter, e convidar à partilha. A mensagem veiculada com máxima eficácia. Sem esforço. Nenhum outro suporte reúne estes requisitos como o vídeo. O Vídeo Marketing assume-se como a joia da coroa onde os conteúdos governam: nas redes sociais.

O vídeo possui atributos que nenhum outro suporte oferece do ponto de vista do content marketing, e da comunicação em geral. É o «tempo real». O estarmos «cara a cara». Ver com os próprios olhos – já diz o ditado- induz mais confiança do que qualquer estudo científico que garanta a qualidade do produto.

Os números não mentem: 64% dos consumidores compram depois de verem vídeos sobre o produto. 60% Assistem ao vídeo antes de ler o texto. 50% Recorda o que viu, mas não o que leu. O relatório «Video Content Marketing: Identifying Metrics and Measuring Impact 2014» apresenta cifras mais expressivas: para 71% dos marketers o vídeo gera mais conversões do que qualquer outro conteúdo.

Somos animais visuais. Esta é a explicação para 3 biliões de visualizações por mês no YouTube, o segundo maior motor de busca do Mundo. Mais de um terço das marcas mundiais- de acordo com o relatório citado – já assimilou esta ideia. Através de canais digitais próprios visam potenciar até 53 vezes a certeza de que irão figurar no topo das buscas do Google, e tanto manter como angariar brand evangelists.

Entretanto as questões são as mesmas: O que produzir? Como definir o plano? Quais os formatos? Qual a melhor plataforma? Vídeo Marketing não é outra designação para o «velho» institucional? Como formadora na APAN, Associação Portuguesa de Anunciantes, empenho-me em desvendar este “admirável mundo novo”. Este ano temos Crash Course a 11 de Setembro e Seminário, 27 e 28 de Outubro. Este inaugura uma formação que será atualizada todos os anos.

O vídeo marketing como a publicidade ou outra área da comunicação apoia-se em técnicas próprias. Sendo sobretudo web vídeo não deve ser realizado por «curiosos» na matéria. Muito pelo contrário, para ser notado numa galáxia como são as redes sociais deve ser criado por especialistas. Você vai ao «endireita» para curar uma perna partida arriscando-se a deixar de andar? Ou procura o melhor ortopedista? Aquele que trata atletas que marcam golos ou estabelecem recordes?

Como diretora criativa da produtora Rebel Act, Video Marketing, reconheço no mercado uma angústia sobre o assunto que paralisa a aposta num conteúdo cujo ROI é afinal garantido. Por outro lado, um descaso sobre a qualidade do vídeo produzido que o desvirtua. É o caso clássico do barato que sai – mais do que caro – exorbitante.
Se a qualidade do vídeo é tão má que ninguém o vê qual a vantagem em produzi-lo? Quero a minha marca associada a vídeos que afastam os clientes ou pelo contrário quero que eles os partilhem? Estou a investir na marca quando a associo a vídeos mal concebidos? Estas são questões que os profissionais se devem colocar. Bem vistas as coisas no Vídeo Marketing como na Vida só existe uma oportunidade para causar impacto: a primeira!

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Texto originalmente publicado no site Buzz Media, em 10 de Setembro de 2014

pblizniuk@themxgroup.com'

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