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NEWS on NEWS

As principais novidades dos Media, à sexta-feira

MEIOS

 

Mudanças na Edição Digital do Jornal Público

         (07 de Abril) Para se moldar aos novos modos de consumo informacional e às crescentes procuras pelas edições digitais, o jornal Público terá todo o conteúdo online disponível apenas para assinantes digitais (algumas notícias permanecerão em acesso aberto, mas “notícias próprias, reportagens singulares ou entrevistas exclusivas – e o espaço de reflexão dos seus colunistas é uma referência de qualidade e de pluralismo. Ao mesmo tempo, publicamos textos exclusivos nas áreas da cultura (suplemento Ípsilon) e do lazer (suplemento Fugas). Todos esses textos serão exclusivos a assinantes.”). Esta medida surge como forma de sustentabilidade, uma vez que a procura e leitura digital é superior à impressa, refletindo-se nos lucros.

ERC no combate às “Fake News”

        (07 de Abril) A Entidade Reguladora para a Comunicação Social quer combater um problema que tem cada vez mais impacto na sociedade: as “fake news”. Para esse efeito, a ERC tem o objetivo de criar leis que possam punir as entidades que divulguem estas notícias falsas e que seja criada e divulgada uma lista dessas mesmas entidades, alertando a população e evitando assim a manipulação da informação para proveito próprio ou, por exemplo, para interesses políticos.

Media Capital Rádios aposta nas rádios digitais

         (07 de Abril) As rádios digitais têm tido um crescimento gradual e todas as grandes empresas querem acompanhar este avanço. Assim, a Media Capital Rádios decidiu apostar nas rádios digitais no ano de 2019, sendo que a Rádio Comercial irá ser contemplada com 5, devido ao número de ouvintes ser o mais elevado em relação às restantes rádios da MCR. Esta aposta pretende acompanhar a modernização da sociedade em relação à rádio, com o objetivo de manter ou subir as audiências e consolidar a satisfação dos consumidores.

Rádio Visual no Grupo Renascença

       (10 de Abril) Em dia de festa para a Rádio Renascença, celebrando o seu 82º aniversário, as rádios Renascença, RFM e Mega Hits anunciam a aposta na inteligência artificial para as suas emissões de vídeo: um software que surge pela primeira vez nas rádios portuguesas e que escolhe “a melhor câmara e o melhor plano em cada momento, em função de quem está a falar, e ajustando-os de forma natural”, o que permitirá uma aproximação com os seus ouvintes.

INFLUENCIADORES

 

Vítor Baía, Iva Domingues, Rita Ferro Rodrigues, Nuno Graciano e Cecília Carmo no Canal 11

        (08 e 09 de Abril) Para a estreia do Canal 11 (da Federação Portuguesa de Futebol – FPF), Iva Domingues é um dos nomes para dar cara ao canal, deixando assim a TVI. Colega de equipa da apresentadora, será Rita Ferro Rodrigues, antiga apresentadora da SIC, que abraça agora este novo projeto como coordenadora de dois programas. Outros nomes sonantes são os de Vítor Baía, o antigo guarda-redes da seleção portuguesa irá apresentar um programa do canal e Nuno Graciano que volta aos ecrãs da televisão, depois do afastamento da CMTV. Cecília Carmo volta também à televisão para fortalecer esta equipa talentosa. São estes cinco nomes grandes apostas para um bom começo do canal, com a direção de Nuno Santos. Há ainda outras apostas para o Canal 11, como Miguel Belo, Pedro Sousa, Sara Freitas, Andreia Sofia Matos, Carolina Couto, Filipa Poço, Bárbara Baldaia , André Ferreira, Maria Inês Pedroso, Nuno Madureira, Maria Ana Oliveira, Nuno Martins e Artur Pires da Silva.

 


Tendências sobre Influenciadores

       (10 de Abril) O evento Make Social organizou uma conversa/debate sobre um tema em ascensão: os influenciadores digitais. Foram numeradas 6 tendências.
1 – As relações públicas “modernas” não acabaram com as tradicionais mas sim complementam;
2 – Crescimento do earned media devido à vontade de ouvir os clientes e ir o encontro das suas necessidades;
3 – Um influenciador tem de ser especialista sobre algum tema ou ser uma figura pública;
4 – Para além dos macro e micro, existem os nanoinfluenciadores, que têm maior proximidade com os seus seguidores, sendo muitas vezes uma vantagem;
5 – Necessidade de medir o desempenho das ações dos influenciadores;
6 – É necessário olhar para o público mais jovem para prever as tendências/plataformas futuras.


José Manuel Monteiro no “Bem Bom” da Rádio Sim

        (07 de Abril) A Entidade Reguladora para a Comunicação Social quer combater um problema que tem cada vez mais impacto na sociedade: as “fake news”. Para esse efeito, a ERC tem o objetivo de criar leis que possam punir as entidades que divulguem estas notícias falsas e que seja criada e divulgada uma lista dessas mesmas entidades, alertando a população e evitando assim a manipulação da informação para proveito próprio ou, por exemplo, para interesses políticos.


About Rafael Branco

Estagiário no Departamento de Research.
Licenciado em Ciência de Informação com menor em Turismo, Território e Património, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.