Vanda Jorge na Media Capital

Com um percurso de quase duas décadas de jornalismo televisivo, Vanda Jorge sai do Eco, onde desempenhava os cargos de diretora e criativa de conteúdos e responsável pela secção EcoolHunter, para se juntar ao grupo Media Capital, assumindo a coordenação editorial de um novo projeto digital.

De acordo com Ricardo Tomé, diretor coordenador da Media Capital Digital, “As nossas marcas são fortes, apaixonantes, verdadeiras love-brands que, diariamente, cativam os nossos utilizadores, que os informam, mas que, também, os fazem sonhar, viajar, aspirar as novas experiências. A inovação está no nosso ADN e a presença da Vanda Jorge na equipa Media Capital reforça a nossa missão de fazer mais e fazer melhor. O momento, agora, é de pensamento, estratégia, definição e ação. A revelação segue dentro de momentos.”

Vanda Jorge, jornalista e coordenadora do programa Imagens de Marca, durante 14 anos, passou pela Ivity Brand Corp.  e, no início de 2019, integrou o Eco. Sobre o novo desafio proposto pela Media Capital, a profissional afirma: “Gosto desse lugar a que se chama futuro. E, quando fui desafiada a pensar, senti que era o momento da mudança que irá marcar o meu percurso profissional. Estou muito feliz por me juntar ao Grupo Media Capital, grupo que continua a inovar na área da comunicação em Portugal, que pensa o futuro com criatividade, que está a crescer e a acompanhar este novo mundo cheio de mudanças e novas oportunidades.”

A Media Capital é um dos principais grupos de comunicação em Portugal, com aposta na estratégia de inovação e criatividade digital, reforçando o posicionamento nesta área.

Esta semana, o grupo lançou o portal sobre mobilidade, Away Magazine, coordenado por Paulo Passarinho.

Miguel Sousa Tavares vai deixar o jornalismo

O jornalista, escritor e colunista Miguel Sousa Tavares revela, em entrevista à revista Visão, publicada hoje, que irá entregar a carteira profissional de jornalista, no final deste mês, após 45 anos a desempenhar esta função.

Nas palavras do escritor, autor do recente livro Último Olhar, “daqui a três semanas entrego a minha carteira profissional de jornalista e deixo de fazer jornalismo. Vou continuar a ter a minha coluna de opinião no Expresso – isso, para mim, não é jornalismo – mas acabaram as reportagens, as entrevistas, isso tudo. Ponto final.

Assim, a última entrevista conduzida por Miguel Sousa Tavares foi realizada na passada segunda-feira, tendo como entrevistado o primeiro-ministro, António Costa, alcançando os 812.603 telespetadores, na TVI (onde os primeiros 16 minutos da entrevista foram transmitidos), 149.700, na TVI24 (onde a entrevista foi emitida na íntegra) e 14.806 telespetadores, na repetição, em diferido, nessa madrugada, à 01h36.

O diretor da revista Grande Reportagem, durante a década de 90, e autor de livros como Equador e Rio da Flores afirma, ainda, “Não sei se a escrita será o meu modo de vida, mas vai ser, seguramente, o meu modo de sobrevivência. É isso que me vai ajudar a não perder o juízo… Vai ser a minha bengala. Nunca vou deixar de escrever.

Miguel Sousa Tavares começou a sua vida profissional na advocacia, que abandonou em favor do jornalismo, emergindo, também, na escrita literária. Foi colunista do jornal A Bola, diretor da revista Sábado, por seis meses e coordenador da secção Grande Reportagem, no jornal i. Foi comentador de atualidade na SIC e na TVI. Recebeu os Troféus de Televisão 2018 e 2019, na categoria de Melhor Comentador.

Pedro Cruz na direção da TSF

O jornalista Pedro Cruz, que deixou a subdireção de informação da SIC, em janeiro, vai integrar a direção da TSF, juntando-se a Domingos de Andrade e Ricardo Alexandre, na direção da Rádio do grupo Global Media.

Esta contratação surge no seguimento da saída de Pedro Pinheiro, diretor-executivo da TSF, que passou para a coordenação da CNN Portugal, esta semana.

Pedro Cruz integrou o grupo Global Media, como diretor de novos projetos, em junho do corrente ano, função que passa a acumular com a direção da TSF. O jornalista começou a trabalhar aos 21 anos, em rádios locais. Passou pelo Diário de Notícias e pela TSF e integrou a equipa da SIC, em 1998. Coordenou a redação da SIC, no Porto, durante 14 anos. Em outubro de 2015, foi nomeado subcoordenador da SIC Notícias e, em março de 2016, subdiretor de informação dos canais SIC. Em janeiro de 2021, é anunciada a sua saída da SIC, depois de 22 anos de ligação à estação de Carnaxide.

 

CT da RTP denuncia intenção de encerrar RTP Memória

De acordo com o boletim divulgado, ontem, pela Comissão de Trabalhadores (CT) da RTP, o canal RTP Memória continua em risco de terminar, apesar do interesse demonstrado pelo público em vários programas deste canal.

A má notícia é que os planos subjacentes ao novo Contrato de Concessão apontam precisamente para acabar com a RTP Memória.”, refere o boletim.

Em causa estará a sugestão de Nuno Artur Silva, Secretário de Estado, com a tutela da RTP, de substituir a RTP Memória por um canal infantil, em português.

 

Texto do boletim, na íntegra:

“Com a queda de audiências que se vai tornando crónica e que constitui motivo de preocupação para todas as pessoas que trabalham na RTP, a boa notícia foi, nesta semana, que vários programas da RTP Memória têm despertado atenção e interesse do público.

Confirmam-se assim os méritos de uma fórmula que, para além das críticas que se lhe possa fazer em aspectos concretos, tem o potencial de tirar um bom partido de investimentos feitos ao longo dos anos, de apelar para as melhores experiências e para as melhores recordações do público e que vai fazendo tudo isso sem sobrecarregar desmesuradamente o orçamento da RTP.

A má notícia é que os planos subjacentes ao novo Contrato de Concessão apontam precisamente para acabar com a RTP Memória.

Dir-se-ia que a relação invulgarmente favorável entre custo e benefício, em vez de constituir um factor de peso para “explorar o sucesso” da RTP Memória, constitui motivo de incómodo para quem prefere esbanjar o dinheiro da RTP em projectos condenados à insignificância e apenas mantidos à tona de água por balões de oxigénio de uma estação pública que encomendas políticas ou interesses económicos obrigam a um despesismo irracional.”

Media Capital tem novo projeto na área da Mobilidade

No dia 7 de setembro, o Grupo Media Capital irá lançar, oficialmente, a AWAY, a nova marca de Mobilidade, que pretende contribuir para o desenvolvimento e para a consciencialização de uma sociedade mais sustentável, nesta vertente.

O novo projeto digital de práticas de mobilidade sustentável conta com a coordenação editorial de Paulo Passarinho.

Paulo Passarinho foi colaborador do Sul Desportivo (1996 – 11/97), realizador e locutor do programa Voz Motor, na Rádio Voz de Setúbal (1995 – 12/97) e jornalista da Auto Hoje (1998/99). Dirigiu as revistas Tuning & Car Audio (1999/2005), Maxi Tunning (2005/10) e TopGear (2011 – 19). Foi, ainda, jornalista da revista Empire e colaborou com vários projetos, enquanto jornalista freelancer. Em fevereiro de 2021, integrou a equipa da Media Capital, no cargo de diretor editorial do setor Automóvel e Mobilidade. Até final de julho de 2021, dirigiu o Auto Portal.

CGI indigita Luísa Maria Coelho Ribeiro administradora da RTP

Já está novamente completo o Conselho de administração da RTP. O Conselho Geral Independente (CGI) indigitou, ontem, Luísa Maria Coelho Ribeiro para membro do Conselho de Administração da RTP, responsável pelo pelouro financeiro, para o mandato 2021-2023. Luísa Maria Coelho Ribeiro substitui Ana Dias, que integra, por sua vez, a administração da Confina Media.

Luísa Ribeiro é executiva ao nível do Conselho de Administração de várias empresas com presença internacional, com mais de 25 anos de experiência nas áreas financeira e jurídica, nomeadamente na banca, telecomunicações, media, tecnologias de informação e capital de risco.