Primeiro guia de viagens Observador Lifestyle já nas bancas

Está disponível em banca, desde segunda-feira (dia 21), o primeiro guia de viagens Observador Lifestyle. O primeiro volume desta coleção conta com 160 páginas e é dedicado às nove ilhas dos Açores, apresentando “um arquipélago de verbos – mergulhar, passear, comer, experimentar, visitar, dormir, comprar, conhecer, explorar – para um arquipélago de ilhas tão ricas como variadas”, de acordo com o Observador.

A direção editorial coube a Ana Dias Ferreira e a direção de arte a Luís Alexandre, da Silvadesigners. Este guia está organizado por ilhas, da mais oriental à mais ocidental. Cada ilha tem direito a um separador e a um mapa ilustrado por Margarida Esteves com os principais pontos assinalados, para além do depoimento de um habitante, na primeira pessoa.

O guia Observador Lifestyle Açores tem um preço de capa de 7,90€, mas dispõe de uma versão digital, de 4,90€.

 

Fonte das imagens: Observador

Inês Lopes Gonçalves troca Antena 3 pelas Manhãs da Renascença

A Rádio Renascença anunciou, na passada quinta-feira (17), a contratação de Inês Lopes Gonçalves, apresentadora do programa 5 Para a Meia-Noite (RTP1), como parte do esforço de realinhamento da estação com o seu público alvo. A apresentadora e locutora vem reforçar a equipa do programa As Três da Manhã, com Ana Galvão, Filipa Galrão e Joana Marques, que passa, assim, a ser assegurado por quatro animadoras, durante o período do verão.

O regresso da Inês é uma excelente notícia. Tendo por base a sua formação jornalística, a sua experiência no entretenimento, as suas capacidades no humor e a simplicidade que imprime na comunicação, a Inês vai ajudar a Renascença a cumprir o seu grande objetivo – estar “a par com o mundo” em todas as suas dimensões, através de uma linguagem contemporânea e direta“, afirmou Pedro Leal, diretor-geral de produção da Renascença.

É um regresso à casa que me formou como profissional de rádio, onde tive a oportunidade e a sorte de aprender com os melhores, e que mistura a sensação acolhedora de um voltar a casa com um tremendo entusiasmo por, ao mesmo tempo, ser tudo novo“, referiu Inês Lopes Gonçalves.

Time Out Lisboa, Sábado, Sport TV, RTP e Antena 3, são alguns dos meios que a apresentadora regista, já, no seu percurso profissional.

Estudo da Reuters revela subida de confiança nas notícias, em Portugal

O estudo Reuters Institute Digital News Report 2021, lançado ontem, indica que os níveis de confiança dos portugueses nas notícias é de 61%, o que revela uma subida de cinco pontos percentuais, comparativamente com 2020.

Apesar do aumento de confiança, no total dos 46 países em análise, Portugal desce uma posição no ranking global, perdendo a primeira posição que ocupava no ano passado, em ex aequo com a Finlândia, que se destaca, agora, com 65%, enquanto o valor médio de confiança nas notícias dos países em estudo subiu seis pontos percentuais, para os 44%.

De acordo com o relatório da Reuters, entre as prováveis justificações para esta subida de confiança, destaca-se o papel preponderante da comunicação social na ajuda à interpretação e compreensão da nova realidade, em situação de pandemia.

O estudo indica, ainda, uma subida na confiança nacional das notícias obtidas nos resultados de pesquisa, com 45% (+2 p.p.) e nas notícias de fontes utilizadas pelos inquiridos, com 62% (+3 p.p.). Em contrapartida, a confiança dos portugueses nas notícias das redes sociais desceu dos 28%, obtidos em 2020, para os 27%, este ano.

Relativamente aos meios utilizados como fonte de notícias, em Portugal, o Online (incluindo redes sociais) e a TV surgem destacados, ambos com 77%, as Redes Sociais com 55% e a Imprensa, com 27%. No acesso às notícias, os portugueses utilizam, cada vez mais, o smartphone, que regista um aumento de cinco pontos percentuais, para os 75%, enquanto o acesso feito por computador revela uma descida de quatro p.p., para os 52%. Os tablets também foram menos utilizados este ano para aceder às notícias, demonstrando uma descida de dois p.p., para os 15%.

Quanto ao pagamento de conteúdos noticiosos online, Portugal regista, agora, que 17% dos inquiridos pagou por notícias online, o que indica uma subida de 7 p.p., relativamente ao ano anterior, aproximando-se da média de 18% registada nos países em análise.

As marcas de meios de comunicação social nacionais que ocupam o pódio em índices de confiança, de acordo com este estudo, são RTP, SIC e Jornal de Notícias.

Na utilização das redes sociais, em Portugal, Facebook e Youtube continuam a ser as mais utilizadas, mas “ambas as redes registam perdas de utilizadores face a 2020Facebook perde utilizadores na ordem dos 3,7 pp. e Youtube na ordem dos 2,4 pp. Em termos de utilização para consumo de notícias, as duas redes registam perdas na ordem dos 2,5 pp. e 3,9 pp., em 2021 face a 2020, sendo que 47,7% dos portugueses que usam a Internet usam o Facebook para aceder a notícias e 19,9% o Youtube”. A análise realizada em parceria entre a Reuters e a OberCom, revela, ainda, que o Whatsapp e Twitter são as redes com maior subida no número de utilizadores, no nosso país. De forma mais modesta, aumenta, também, o número de utilizadores do Instagram.

 

Fonte das imagens: site da Reuters Institute

Novos chefes de redação da Lusa

De acordo com o comunicado do Conselho de Redação (CR) da agência Lusa, Cristina Cardoso, Cristina Fernandes e Shrikesh Laxmidas são os nomes dos três chefes de redação eleitos, que integram a nova Direção de Informação (DI), juntando-se aos dois diretores-adjuntos já em funções, Maria de Deus Rodrigues e Nuno Simas.

Após reunião do CR na passada quinta-feira, sob presidência da Diretora de Informação, Luísa Meireles, as nomeações de Cristina Cardoso, redatora na área de Sociedade, e de Cristina Fernandes Ferreira, redatora na secção Lusofonia e Mundo, receberam parecer positivo, por unanimidade.

Na nomeação do atual diretor-adjunto do Jornal Económico, Shrikesh Laxmidas, os elementos eleitos abstiveram-se, também por unanimidade.
Apesar de reconhecer que o currículo do jornalista se adequa às funções, o CR “considera inaceitável recrutar alguém de fora para um cargo de chefia quando as contratações continuam congeladas, quer para fazer face a situações de carência de pessoal em várias editorias, quer para integração de jornalistas precários que trabalham para a agência”, pode ler-se no comunicado.
Luísa Meireles justifica a contratação de Shrikesh Laxmidas, advogando que a secção de Economia é “uma das áreas mais exigentes da Lusa” e sublinha a experiência do jornalista numa agência de notícias, a Reuters, durante cerca de uma década.

No início deste mês, o CR divulgou a demissão dos quatro chefes de redação da Lusa, então em funções, como forma de protesto, após o anúncio de que Vítor Costa (diretor-adjunto) e Margarida Pinto (subdiretora) iriam sair da Direção de Informação. Na altura, Luísa Meireles indicou que a saída de Vítor Costa e Margarida Pinto não se devia à falta de competências, mas porque “uma direção deve funcionar de uma maneira coesa e una”.

Relativamente aos chefes de redação cessantes, João Gomes regressa ao lugar que ocupava anteriormente em Leiria, acumulando com a área da Religião, Paulo Nogueira transita para a área Internacional e Pedro Albuquerque passa para a secção País. João Pedro Fonseca ficará responsável por coordenar um novo núcleo, criado na dependência da direção de informação.

 

Fonte de imagens: Site Lusa

Vendedores de Imprensa pedem audiência ao Governo, sobre taxa extra da Vasp

A Associação Nacional de Vendedores de Imprensa (ANVI) solicitou audiências aos Ministérios da Cultura e da Economia, para debater a questão da taxa extra da distribuidora Vasp, permanecendo com a intenção de boicote à venda de jornais e revistas, previsto para os dias 18 e 19 de junho.

Em causa estão as taxas diárias de €1,50, acrescido de IVA, de segunda-feira a sábado e de €1,00, aos domingos, que a Vasp conta passar a cobrar, a partir de 4 de julho, aos cerca de 6.500 postos de venda de jornais e revistas, como forma de comparticipação dos custos de transporte, entrega e recolha das publicações, o que representará um valor mensal superior de €300.000,00 e, de acordo com o que defende a ANVI, por um serviço de distribuição do qual a Vasp já lucra, através das respetivas comissões junto das Editoras.

Em comunicado divulgado pela Lusa, a Associação refere que “requereu esta semana pedidos de audiência ao secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Media (Ministério da Cultura) e secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor (Ministério da Economia) sem que tivesse, até à presente data, sido confirmada a disponibilidade daquelas secretarias de Estado para reunir e apoiar a situação de fragilidade dos pontos de venda”.

De acordo com a ANVI, “a par dos referidos pedidos de reunião”, a associação “entrou já em conversações com a Vasp para que suspenda de imediato a intenção de aplicar as referidas taxas adicionais sem que até ao momento tivesse recebido a confirmação por parte daquela empresa que aceitaria desistir da referida cobrança prevista para o próximo mês de julho”.

No dia próximo dia 28, a Vasp irá reunir com o Governo, com o objetivo de encontrar uma solução “para a grave situação que a distribuição e todo o setor estavam a atravessar devido à quebra de vendas”.

Paulo Proença, presidente da Vasp, defende que a empresa “foi aguentando os prejuízos da operação” durante a pandemia, “sempre pedindo apoio ao Governo no sentido de se tentar encontrar uma solução” e agora “foi obrigada a tomar a única medida que podia tomar, que é pedir um esforço que também vindo a ser pedido aos editores, no sentido de comparticiparem no sentido” da empresa continuar a distribuir jornais e revistas em todo o país. Acrescentou, ainda, que são “solidários com os pontos de venda no sentido que entendemos que a questão da taxa é uma situação que vem penalizar o setor, que tem sofrido, tal como a Vasp, com a pandemia”, mas “entendemos” que o boicote “não é a melhor forma de expressarem esse desagrado porque vai ainda penalizar mais não só a distribuidora, como os editores, as gráficas, toda a cadeia de valor”. Indicou, também, que a alternativa a não cobrar a taxa será distribuir apenas nas zonas rentáveis do país, que são as grandes cidades do litoral.

 

Fonte da imagem: site ANVI

A nova Alma do Público

A primeira edição da revista trimestral Alma, da marca Público, está disponível nas bancas, desde sábado. A nova publicação tem como objetivo dar a conhecer as singularidades de uma cidade portuguesa, em cada edição. Famalicão é a cidade cuja alma é relevada, na edição de estreia, com cem páginas.

A marca alerta que não se trata de um guia turístico, no qual se possam encontrar propostas de visitas aos locais mais conhecidos. De acordo com o Público, a nova publicação “propõe-se olhar, em cada número, para uma das cidades de dimensão média do país e procurar aquilo que a torna única. Vamos em busca do lado mais urbano e cosmopolita de cada cidade, à descoberta de projectos que estão a nascer, das dinâmicas que a fazem mover – da indústria à cultura, do território à arquitectura, do clássico ao vanguardista. E olhamos para o passado sempre que ele nos leva a compreender melhor o presente e a pensar o futuro.”

Sob a direção editorial de Manuel Carvalho, diretor do Público, a Alma tem o preço de capa de 4,90€.

 

Fonte da imagem: site do Público