O Prémio Autores, da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), premeia, anualmente, os melhores trabalhos das disciplinas criativas e artísticas, das áreas das Artes Visuais, da Rádio, Televisão, Teatro, Cinema, Dança, Literatura e Música.

Na categoria Televisão, o programa “Armário”, da autoria de Joana Barrios, Rita Rolex e Joana Cunha Ferreira, para a RTP2, venceu prémio de Melhor Programa de Entretenimento. “Sul”, de Edgar Medina e Guilherme Mendonça, para a RTP, venceu prémio de Melhor Programa de Ficção. Já o prémio Melhor Programa de Informação foi entregue à reportagem “Plástico Nosso de Cada Dia”, de Carla Castelo (Jornalista), João Venda (Imagem), Marco Carrasqueira (Edição de Imagem) e Tiago Gonçalves e Isabel Cruz (Grafismo), para a SIC.

Na categoria de Rádio, o galardão de Melhor Programa de Rádio foi entregue a “Uma Questão de ADN”, de Teresa Dias Mendes, para a TSF. 

O compositor, maestro, pianista, escritor e apresentador português, António Victorino D’Almeida recebeu o Prémio Vida e Obra de Autor Nacional.

Na Literatura, o prémio de Melhor Livro de Ficção Narrativa foi entregue a “Quartos de Final e Outras Histórias”, de Cláudia Andrade (Editora: Elsinore), enquanto que o Melhor Livro de Poesia foi “Zombo”, de Alberto Pumenta (Editora: Saguão) e o Melhor Livro Infanto-Juvenil foi “Ciclone – Diário de Uma Montanha-Russa”, de Inês Barahona e Miguel Fragata (Editora: Orfeu Negro).

Na categoria de Dança, o prémio de Melhor Coreografia atribuído a “Mistério da Cultura”, de David Marques.

Nas Artes Visuais, a Melhor Exposição de Artes Plásticas foi “The Architecture of Life. Environments, Sculpures, Paintings and Films”, de Carlos Bunga (Museu Maat), o Melhor Trabalho de Fotografia foi entregue a “Vivendo Entre o Que é Deixado para Trás – Living Among What’s Left Behind”, de Mário Cruz (Palácio Anjos) e o Melhor Trabalho Cenográfico ficou com “Reinar Depois de Morrer”, de José Manuel Castanheira.

Já na categoria Teatro, o Melhor Espetáculo foi “Tio Vanya”, com encenação de Bruno Bravo, a Melhor Atriz foi Bárbara Branco em “Lulu”, o Melhor Ator foi Paulo Pinto, em “Tio Vanya” e o Melhor Texto Representado foi “Turma de 95”, de Raquel Castro.

Na categoria Cinema, estiveram em destaque autores como João Maia, com “Variações”, que venceu o Melhor Argumento, Pedro Costa, com “Vitalina Varela”, recebeu o galardão de Melhor Filme e Margarida Vila-Nova e Sérgio Praia, que receberam os prémios de Melhor Atriz e Melhor Ator, respetivamente.

Na Música, “Respeitosa Mente”, de Ricardo Ribeiro, venceu o Melhor Trabalho de Música Popular, “Sonata Para Violino e Piano”, de Pedro Faria Gomes, foi o Melhor Trabalho de Música Erudita, enquanto que “Guitarras”, de Miramar, venceu o Melhor Tema de Música Popular.

As limitações impostas pelos meses de confinamento social impediram a SPA de organizar, no final de Março passado, a habitual gala televisiva no Centro Cultural de Belém, para a entrega dos prémios anuais para todas as disciplinas criativas e artísticas.

Para a Gala Prémio Autores 2021, já se encontra em marcha o processo de organização, bem como a escolhas dos premiados. Esse evento terá lugar em local e data a anunciar,  sendo  certo que se realizará no Outono do próximo ano. “Considera a SPA que a entrega regular dos prémios culturais  representa um acto fundamental na vida criativa deste país. Por isso será mantida e valorizada com a qualidade que é indissociável dos actos organizados pela cooperativa dos autores portugueses. Com ou sem constrangimentos, a SPA continua a assumir plenamente a sua responsabilidade e liderança em aspectos fundamentais da vida dos autores de todas as disciplinas e também dos artistas. Parabéns solidários aos vencedores e a sempre renovada e fortalecida declaração de que a cultura tem uma importância essencial nas nossa vidas. Continuaremos a representar quem a faz e a lutar pela intransigente defesa dos seus direitos.”

Consulte aqui os Vencedores e Nomeados do Prémio Autores 2020

About Susana Fernandes

Media Researcher, Cision
Formada em Comunicação Organizacional, vesti a camisola da CISION em 2006, tendo tido a oportunidade de trabalhar em áreas tão distintas como as Análises de Media, as Análises de Social Media e, agora, o Media Research.
Adoro comunicar, pessoas do bem, gatinhos fofinhos - há outro tipo?! - e todos os momentos que consigo passar no meu tapete de Yoga, não necessariamente por esta ordem.